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Reflexão do dia 15/11/18

Li esta frase abaixo no dia 14/11/18, véspera do feriado da Proclamação da República. E isto me soou bem triste.

"A partir de 2019 para uma geração que cresceu sem limites ter que obedecer regras será uma ditadura."

Não sou nenhuma historiadora, muito menos filósofa ou socióloga, mas isso me soa bem antirrepública.
Em uma República, temos uma Constituição, direitos e deveres, tudo obedecendo a Declaração dos Direitos Humanos. Coisas básicas que aprendemos na escola (pelo menos deveria ser assim). Tudo isso nos é assegurado como cidadão, e é um presente nos dado pela República.
Mas o que me fez parar para pensar nessa frase foi: Onde essas pessoas estão vendo que regras virarão ditadura ?
Aprendemos regras desde cedo, em casa, na escola e na sociedade. Então regras nunca foram uma novidade para ninguém. Pessoas que quebram regras são repreendidas, presas e em alguns casos até mortas. E isso todos os dias.
Em um regime ditatorial, onde não há liberdade…
SETEMBRO AMARELO

Quando Setembro chegou, pensei em escrever sobre o mês contra o suicídio.Mas muita coisa me impediu. Mas o que hoje não me impede? Hoje tenho motivos. E trato depressão já faz um tempo. Quanto tempo já não sei, minha noção de tempo foi quebrada depois de um relacionacionamento abusivo (o cérebro tende a bloquear memórias, e sempre que fico triste isso ocorre).
Hoje vim desabafar. Dizer como me sinto. 
Como sou uma pessoa que tenta politizar (militar, na falta de palavra melhor), sempre falo de algo interessante (ou tento , pelo menos). Feminismo, notícias, LGBTfobia,etc. Mas quem me conhece e tem meu contato, sabe que as minhas redes sociais mais privadas e que posto apenas para família e amigos, é o Whatsapp e o Instagram.
Deixo aqui minha reflexão sobre minha depressão e uma bibliografia selecionada (obrigada Ivan, meu melhor amigo que me ajudou nessa seleção) sobre os assuntos: Depressão e Setembro Amarelo.

"Sabe quando noto que a de pressão ta batendo? Quando mesm…
Me abrindo ...
Anorexia. Um transtorno alimentar. Pesquisem no Google que você irá encontrar vários resultados e formas de tratamento. Há muito tempo, eu tinha uns 10 anos, um ente da minha família tinha me dito que eu tava com a barriga grande. Eu estava fazendo um tratamento para crescimento, e para isso eu precisava comer. Ótimas palavras para uma menina, comendo para crescer, em meio ao insistente padrão de beleza de magreza, que hoje felizmente alguns tentam quebrar. Na época não foi bem assim. Eu deixava de comer. Comia bem pouco quando eu tinha fome. Meus pais viviam brigando comigo para eu comer. Mas eu ligava? Claro que não. Eu só queria a barriga não grande. Depois de um tempo, descobri que a barriga grande não era de hoje. Ao nascer, fiz muita força para respirar, inchou. Me disseram que eu poderia fazer cirurgia. Foi um passo? Não. Anos mais tarde, descobri que cirurgias doem. Nem ferrando eu faria. Cá estou, nove anos depois, com 39,7 kg. Quase 1,58m. Nem precisa me dizer…
E lá vai um texto para vocês
Na minha busca mental-e corrida contra a bateria do meu celular- para continuar esse meu hobby, pensei em postar meus textos antigos de escola ou outros que escrevi e virei a escrever (não aprendi a ler e escrever com 4 anos a toa, não é verdade ?). Então vamos lá: este escrevi em 2014, se a data estiver correta.

Os "cabeça-dura"  Estava pensando esses dias o quanto que minha idade é difícil. Sério. Até aprender coisas simples da vida, como seguir regras e horários. Nós, adolescentes, somos "cabeça-dura" e achamos que somos donos da verdade. Mas não é bem assim. Falo por mim.  Recentemente-todos os dias-minha mãe ralhou comigo sobre regras e horários, dizendo que as consequências são minhas e futuras, e blá-blá-blá. E acreditem no que digo: já estou sentindo na pele (e não é apenas o beliscão). Meu ritmo, minha rotina (que me pergunto se ainda existe) está totalmente atrasada. Mas, como todo "cabeça-dura", tive que esperar algu…
PRIMEIRO DE MUITOS ESPERO POST

Cá estou eu, na véspera de retornar à puxada faculdade de Bioquímica, na frente de um celular com 7% de bateria, criando um blog que provavelmente ninguém vai abrir. Mas esperança é a última que morre certo? Ok. Não quero falar da minha vida, pois a vida é igual para todos, ou seja: assunto chato. Quero falar das minhas descobertas recentes: leituras, séries, músicas e afins. Não gostou? Tem duas opções: ou deixa assuntos a serem discutidos nos comentários, ou procure o que fazer. Esperando que não imagine que meu decote é maior que minha pessoa;  Ana.